Morte do fisiculturista Gabriel Ganley é investigada como suspeita

O fisiculturista e influenciador digital Gabriel Ganley, de 22 anos, foi encontrado morto em sua casa, na rua da Mooca, na zona Leste da capital paulista.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, o caso ocorrido nesse sábado (23) foi registrado no 42º Departamento de Polícia como morte suspeita.

“A vítima foi localizada caída no chão da cozinha pelo amigo. Não foram encontrados sinais aparentes de violência no local”, disse, em nota, a SSP.

A Integralmedica, marca de suplementos que o patrocinava, lamentou em nota o ocorrido.  

“Hoje perdemos muito mais do que um atleta talentoso e dedicado, com um futuro brilhante pela frente. Perdemos um influenciador do esporte que inspirava milhares de jovens diariamente com sua energia, disciplina e autenticidade.”

Profissionais de saúde vencem desafios para vacinação em área indígena


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Na área atendida pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Alto Rio Purus, unidade descentralizada do Sistema Único de Saúde (SUS), vivem 11 mil pessoas das etnias Apurinã, Jamamadi, Jaminawa, Kaxarari, Kaxinawá, Huni Kuin, Madiha, Kulina e Manchineri.

São 155 aldeias, com populações que variam de 30 a 300 pessoas, onde idiomas de três troncos linguísticos diferentes dividem espaço com o português, ou dão conta da comunicação por completo.

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A depender da aldeia, se está no Acre, Amazonas ou Rondônia, é possível chegar de caminhonete ou barco quando o clima está bom, ou apenas de quadriciclo, botes ou helicópteros quando as condições são desfavoráveis.


Alto Rio Purus (AC), 22/05/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Curso de vacinação em áreas indígenas. Foto: Kislane de Araújo Dias/Arquivo Pessoal

Curso de vacinação em áreas indígenas. Foto:  – Kislane de Araújo Dias/Arquivo Pessoal

Há também as peculiaridades culturais. O atendimento é descentralizado, respeitando crenças e práticas tradicionais de cada etnia.

Evangelista Apurinã, coordenador do DSEI, explica que não dá, por exemplo, para impor um ritmo aos Madijá e Kulina, com os quais é preciso negociar. “E outra coisa: você os segura em um lugar por, no máximo, umas 3, 4 horas. Depois disso, não segura mais”, afirma. 

Os Jamamadi se organizam politicamente ao redor de 11 clans principais, mas um impera sobre os outros dez. “Então, se você acertar algo com um cacique que não é do clã principal, você pode sair do território achando que está tudo combinado e, quando voltar lá, vai ver que voltou à estaca zero”, alerta Apurinã.

“Se a gente não souber desses detalhes, e de fato entender como é a estrutura de cada povo, a gente vai estar colocando a carroça na frente dos bois, e não vai conseguir fazer o serviço”, conclui o coordenador sobre os desafios de levar uma das principais estratégias de saúde pública – a vacinação – aos territórios indígenas.

Ainda assim, a turma do Zé Gotinha consegue chegar. Como é inviável manter unidades de saúde em todas as aldeias, cada região tem um polo base, de onde os profissionais saem para atender as comunidades, passando até 40 dias trabalhando de forma itinerante.

A localização das aldeias não impõe um desafio só de percurso, mas também de armazenagem: os frascos de vacina precisam ficar constantemente refrigerados, em uma temperatura entre 2º e 8º celsius para manter sua eficácia. Freezers instalados nos barcos, caixas térmicas e bobinas de gelo é que garantem esse padrão.

Quem planeja as atividades no DSEI Alto Rio Purus é a enfermeira Kislane de Araújo Dias, responsável técnica pela área de Imunizações e Doenças Imunopreveníveis do Dsei. Ela explica que todo trabalho é baseado no censo vacinal, uma grande planilha com os dados de todas as famílias, onde as equipes monitoram quem vai precisar tomar qual vacina a cada incursão.

“É assim que a gente sabe também quantas doses de cada vacina vamos usar em cada aldeia, para transferir só esse quantitativo exato do estoque para a caixa de movimento diário. Geralmente, a equipe escolhe um local central na aldeia, onde as pessoas são atendidas, mas a gente também vai de casa em casa se precisar, e faz busca ativa dos faltosos.”

Todas as questões logísticas e culturais demandam um planejamento minucioso, de acordo com a enfermeira Evelin Plácido, que atuou em territórios indígenas por muitos anos e hoje oferece capacitações em imunização para outros profissionais de saúde, a frente da CapacitaImune.

“Ao contrário do contexto urbano em que as pessoas vão até a imunização, nas áreas indígenas é a vacina que precisa ir até as pessoas. Então, a gente tem que conhecer bem os equipamentos, quantas horas vão durar cada percurso e as rotas precisam ser muito bem estabelecidas antes de ir para o território, para que a gente não exponha a vacina a uma temperatura inadequada, por exemplo.”

 


Rio Branco (AC), 07/05/2026 – A enfermeira e fundadora da CapacitaImune, Evelin Plácido durante o curso Sala de Vacina, da MSD, ministrado em Rio Branco (AC). Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Rio Branco (AC), 07/05/2026 – A enfermeira e fundadora da CapacitaImune, Evelin Plácido durante o curso Sala de Vacina, da MSD, ministrado em Rio Branco (AC). Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

No início de maio, Evelin esteve em Rio Branco, capital do Acre, ministrando um curso para profissionais que atendem as populações indígenas do estado, e também outras comunidades de difícil acesso.

Além de repassar com eles as normas técnicas mais atualizadas e as formas corretas de armazenar, aplicar e descartar os frascos de vacina, a enfermeira compilou uma série de informações, que sentia falta quando atuava na ponta.

“Um conteúdo essencial são as informações sobre as bases imunológicas, para eles entenderem como cada vacina interage com o sistema imune, e a parte sobre os efeitos adversos. Até para o profissional conseguir explicar para as pessoas que elas são uma parte normal de um processo que está prevenindo uma coisa muito maior”, diz a enfermeira, que também é Diretora da Regional São Paulo da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

Ela complementa: “Fui percebendo que, ao longo do tempo, que não adianta você ser um profissional excelente, ter o melhor equipamento, conhecer tudo das vacinas, entender sobre técnicas de aplicação, se você não souber se comunicar com as pessoas.”


Rio Branco (AC), 07/05/2026 – A enfermeira Kislane Dias na Casa de Saúde Indígena (Casai), em Rio Branco (AC). Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Rio Branco (AC), 07/05/2026 – A enfermeira Kislane Dias na Casa de Saúde Indígena (Casai), em Rio Branco (AC). Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil – Tomaz Silva/Agência Brasil

Por isso, os profissionais também aprenderam técnicas para comunicar melhor as informações à população. Kislane, responsável técnica do DSEI Alto Rio Purus, diz que isso é especialmente importante na saúde indígena.

“Eu não posso simplesmente chegar lá e dizer: ‘É isso aqui e você vai ter que aceitar’.  A gente orienta as equipes a fazer uma roda de conversa e explicar para a comunidade que é um imunobiológico que vai conferir proteção contra aquela doença que os povos indígenas estão suscetíveis.”

O curso é oferecido pela farmacêutica MSD, que fornece quatro vacinas ao Programa Nacional de Imunizações do Sistema Único de Saúde: HPV, ⁠Hepatite A, ⁠Varicela e Pneumo-23. A gerente-médica de vacinas da empresa, Aline Okuma, explica que esta é a quarta capacitação oferecida para profissionais que atuam na saúde indígena ou em áreas remotas.

“Todo mundo precisa de capacitação, só que nas grandes capitais, a chance dos profissionais receberem isso é muito maior do que em áreas mais remotas. A gente identifica muito que algumas práticas não são harmonizadas e acho que essa é a grande valia desse curso: harmonizar práticas, adaptando para o cenário local”


Alto Rio Purus (AC), 22/05/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Curso de vacinação em áreas indígenas. Foto: Kislane de Araújo Dias/Arquivo Pessoal

Povos que vivem em áreas de difícil acesso já estão sendo vacinados – Foto: Kislane de Araújo Dias/Arquivo Pessoal

Até um dos maiores trunfos do Programa Nacional de Imunizações do Sus acaba sendo um desafio para a atualização dos profissionais. O calendário básico de vacinação oferece mais de 20 vacinas e não para de crescer ou de se aperfeiçoar: só nos últimos meses, foram incorporadas as novas vacinas contra a dengue e o vírus sincicial respiratório.

Grupos vulneráveis, como a população indígena, ainda seguem alguns esquemas diferenciados. Todos os anos devem ser vacinados contra a influenza e a covid-19, por exemplo, independente da idade.

Uma experiência recente demonstra a importância disso. Em 2024, em meio à seca recorde registrada na região amazônica, que inviabilizou a navegação até das equipes de saúde, uma das aldeias da região viveu um surto de influenza. Duas crianças morreram.

“Nós mobilizamos o governo federal e o governo estadual e antecipamos em dois meses a vacinação de influenza dentro desse território, com um aparato para levar as vacinas por via aérea, usando canoinhas de madeira pra chegar nas casas, deslocando profissionais de outro polos. Foi um plano de contingência e emergência, porque um agravo desse pode matar uma comunidade inteira”, afirma Kislane.

Povos indígenas que vivem em áreas de difícil acesso, assim como populações ribeirinhas, quilombola e rurais, também já estão sendo vacinados contra a raiva, por causa do risco maior de adquirir a doença após mordida de animais silvestres.

Natália Diniz, que atua no polo da cidade de Boca do Acre, no Amazonas, também participou do curso em Rio Branco. Ela reconhece que é desafiador ter que passar mais de um mês longe de casa, a cada incursão, depois de navegar dias para chegar às comunidades, mas também revela uma satisfação especial:

“No território extramuro, a gente é um convidado. E toda vez que chegamos como convidado na casa de alguém, precisamos pedir permissão, e tem que ter respeito com a rotina dessa casa. Quando a gente faz vacina nos territórios, não é só uma vacina. A gente está dando oportunidade para aquela pessoa ter um futuro com saúde e feliz”

* Equipe viajou a convite da empresa MSD.

PL que veta criança em evento LGBTQIA+ é inconstitucional, diz jurista


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O advogado e membro da Comissão de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Ariel de Castro Alves considerou inconstitucional o projeto de lei (PL) que proíbe, na capital paulista, a participação de crianças e adolescentes em eventos que façam alusão ou fomentem práticas LGBTQIA+, principalmente a Parada do Orgulho LGBTQIA+.

O projeto de lei, de autoria do vereador Rubinho Nunes (União Brasil), foi aprovado no dia 20 deste mês na Câmara Municipal de São Paulo. Para virar lei, ainda é necessária a aprovação, em segundo turno, no plenário da Casa. 

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O texto prevê que os eventos LGBTQIA+ deverão ser realizados em locais públicos ou privados que permitam controle de entrada de crianças e adolescentes, não poderão  ocupar ou interditar vias públicas, e deverão ocorrer em espaço fechado e devidamente projetado para aglomeração de pessoas.

“Entendo que o projeto é inconstitucional, já que Constituição Federal não admite nenhuma discriminação, e prevê o princípio da igualdade, de que todos são iguais perante a lei. Não se pode proibir a entrada de crianças e adolescentes, inclusive acompanhadas pelos pais ou responsáveis, em nenhum evento que ocorra durante o dia, como a Parada LGBT”, destacou Ariel, que também é ex-secretário nacional dos direitos da criança e do adolescente e ex-presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda). 

Ariel ressalta que o PL é discriminatório, porque não prevê, por exemplo, a mesma proibição no carnaval, na virada cultural e demais shows públicos. “Então, uma proibição que só afeta a Parada LGBT se mostra discriminatória e proibida pela Constituição Federal. E até demonstra a lgbtfobia, que está prevista como crime, conforme a jurisprudência do STF [Supremo Tribunal Federal]”, disse à Agência Brasil, neste domingo (24).

O jurista afirma ainda que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) prevê direitos de participação, liberdade de expressão, cultura e exercício da cidadania, assim como a legislação assegura, principalmente com relação aos adolescentes, o direito à liberdade.

“A proibição também contraria a liberdade de expressão e de reunião, já que a parada é um evento em prol da cidadania, de reivindicação política e social por direitos, além de ser uma atividade cultural, festiva e turística, que faz parte do calendário turístico e cultural oficial da cidade.”

Proteção

Ariel ressalva que as crianças e adolescentes precisam ser protegidos com base na legislação, e os eventos precisam estabelecer regras para receber esse público.

“Não deve ser recomendada a participação de menores de 14 anos desacompanhados dos pais ou responsáveis, já que a legislação estabelece que os menores de 14 anos são considerados vulneráveis, então devem estar acompanhados dos pais e responsáveis.”

Ele destaca, porém, que os pais e mães, pela legislação federal, têm direito de levar seus filhos em eventos como a parada, e educá-los sobre diversidade, gênero e cidadania. “Isso não pode ser tolhido, por ser ilegal. Em geral, na Parada LGBT de SP existem alas específicas das famílias com crianças, o que deve ser adotado como regra pela organização.”

Justificativa

Na justificativa do PL, o vereador autor Rubinho Nunes diz que a realização dos eventos abertos referidos no projeto “podem causar embaraços a pais que estejam acompanhando seus filhos crianças ou adolescentes e não sejam adeptos à causa defendida pelos manifestantes”.

“Nada mais justo e democrático que seja garantido às pessoas que identificam com as pautas LGBTQIA+ que realizem seus eventos em espaço fechado devidamente projetado para receber grande número de pessoas, protegendo as crianças e adolescentes de acessarem conteúdo impróprio para sua idade”, acrescenta.

STF

Duas ações ajuizadas no Supremo Tribunal Federal (STF) questionam uma lei similar, do estado do Amazonas, que proíbe a participação de crianças e adolescentes em paradas do Orgulho LGBTQIA+ no estado. A matéria é objeto das Ações Diretas de Inconstitucionalidade de relatoria do ministro Gilmar Mendes.

As ações já contam com os votos dos ministros Gilmar Mendes (Relator), Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Edson Fachin e Luís Roberto Barroso para tornar a lei inconstitucional.
 

Manifestantes condenam tratamento policial a ativistas da flotilha


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Cerca de dois mil manifestantes saíram às ruas da cidade espanhola de Bilbao neste domingo para condenar o tratamento dado pela polícia basca aos ativistas de uma flotilha de ajuda a Gaza em seu retorno da detenção em Israel.

Quando um parente de um dos seis ativistas que retornavam tentou se aproximar deles no aeroporto de Bilbao no sábado, um policial o impediu com força, o que levou a brigas entre os dois lados, segundo imagens da emissora estatal TVE.

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As imagens mostraram policiais batendo em pessoas com cassetetes e prendendo outras no chão, enquanto eram ridicularizados pelos espectadores. Antes disso, os ativistas pareciam ter bloqueado a saída de outros passageiros e a polícia tentou removê-los.

A força policial regional basca disse em um comunicado no domingo que iniciou uma investigação para determinar se os policiais cumpriram os procedimentos. A Reuters entrou em contato com o governo espanhol para comentar o assunto.

Na marcha de domingo, manifestantes pró-Palestina carregaram faixas criticando a força policial basca e acusando o governo local de ser cúmplice do sionismo.

Os ativistas foram libertados da custódia israelense depois de terem sido detidos em uma flotilha que tentava levar ajuda a Gaza. Os organizadores alegaram na sexta-feira que os ativistas foram submetidos a abusos durante a detenção israelense, sendo que vários foram hospitalizados com ferimentos e pelo menos 15 relataram agressões sexuais, inclusive estupro.

O serviço prisional de Israel negou as alegações, e a Reuters não conseguiu verificar as alegações dos ativistas de forma independente.

*É proibida a reprodução deste conteúdo e da foto.

Brasileiro Feminino sub-20: Fla vence São Paulo no 1º jogo da final


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O Flamengo saiu na frente na final do Campeonato Brasileiro Feminino sub-20. Neste domingo (24), as Meninas da Gávea venceram o São Paulo por 1 a 0 na Arena Inamar, em Diadema (SP), no primeiro compromisso da decisão. A partida foi transmitida ao vivo pela TV Brasil.

O duelo de volta será na sexta-feira (29), às 21h (horário de Brasília), no Estádio Luso-Brasileiro, no Rio de Janeiro, também com transmissão da emissora pública da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). O Rubro-Negro tem a vantagem do empate. As Soberanas precisam ganhar por dois ou mais gols de saldo. Caso o Tricolor iguale o placar agregado, a decisão do título será nos pênaltis.

Em um primeiro tempo muito estudado pelas duas equipes, o Flamengo chegou a balançar as redes com a atacante Brendha, já nos acréscimos, mas o que seria o 13º gol da artilheira do Brasileirão sub-20 foi anulado por impedimento da lateral Bruna na origem da jogada.

Na volta do intervalo, o São Paulo até criou as melhores chances do começo da etapa final, mas quem marcou foi o Flamengo. Aos 13 minutos, a lateral Isabela Nunes cobrou falta pela direita e mandou direto para o gol, encobrindo a goleira Elu. Em vantagem, as Meninas da Gávea conseguiram segurar o ímpeto das Soberanas, que pouco ameaçaram a meta defendida por Condorelli.

João Fonseca estreia com vitória no torneio de Roland Garros


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O brasileiro João Fonseca estreou, neste domingo (24) em Paris (França), no torneio de Roland Garros com uma vitória por 3 sets a 0, parciais de 7/6 (6), 6/4 e 6/2, sobre o francês Luka Pavlovic, que veio do qualifying.

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“É um prazer jogar pela segunda vez em Roland Garros como profissional. Agradeço a forma como a torcida me ajudou hoje. É incrível como, mesmo diante de um francês, tive muita torcida”, declarou o tenista carioca de 19 anos de idade.

O próximo desafio de João Fonseca, na segunda rodada do Grand Slam disputado no saibro, será diante do croata Dino Prizmic. A expectativa é de que a partida seja disputada na próxima quarta-feira (27).

Apostas do Rio e de Fortaleza levam prêmio da Mega 30 anos


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Ganhadores do Rio de Janeiro e de Fortaleza vão dividir os R$ 336,3 milhões do sorteio especial de 30 anos da Mega-Sena. Cada um dos bilhetes que acertaram os números 03 – 30 – 33 – 35 – 45 – 47 terá o prêmio de R$ 168.170.026,83. 

A Caixa Econômica Federal detalha que a aposta ganhadora da capital do Ceará é um bolão com 100 cotas, registrado na Loteria Aldeota, no bairro de mesmo nome. A aposta em 20 números custou R$ 232 mil aos participantes.

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No Rio de Janeiro, a aposta simples (com apenas seis números), no valor de R$ 6, foi feita na Patricius Loteria, no centro da capital fluminense

Demais prêmios

Para cada um dos 590 jogos que acertaram a quina (cinco números), a segunda faixa de premiação, a quantia em dinheiro é de R$ 13.890,02.

A quadra ou terceira faixa, que premia quem acerta quatro números, vai pagar R$ 311,65 para cada um dos 37.565 ganhadores. 

Confira aqui as lotéricas onde foram registrados ganhadores pela Loterias Caixa.

Retirada dos prêmios

O pagamento de prêmio das loterias federais já pode ser iniciado a partir desta segunda-feira (26), primeiro dia útil após a realização do sorteio.

Os prêmios com valores brutos de até R$ 2.428,80 (equivalente ao valor líquido de até R$ 1.700,16) podem ser sacados diretamente em qualquer unidade lotérica credenciada ou por meio de transferência em contas de bancos digitais integrados ao sistema de Loterias Caixa.

Os ganhadores devem regatar seus prêmios com valores superiores a R$ 2.428,80 exclusivamente em qualquer agência bancária da Caixa Econômica Federal, mediante apresentação do comprovante de identidade original com Cadastro de Pessoa Física (CPF) e o bilhete impresso original da aposta.

Valores iguais ou acima de R$ 10 mil são pagos no prazo mínimo em dois úteis, a partir de sua apresentação em uma agência do banco.

Assim como nas demais loterias da Caixa, todos os prêmios prescrevem em 90 dias a partir da data do sorteio. Todos os recursos são integralmente repassados ao Tesouro Nacional para aplicação no Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies), conforme a Lei 13.756/2018.

Próxima Mega-Sena

Depois da edição especial Mega-Sena 30 anos, o próximo concurso desta modalidade está programado para as 21 horas de terça-feira (26).

As apostas podem ser feitas em qualquer lotérica do país e on-line até uma hora antes pelo aplicativo Loterias Caixa ou pelo portal Loterias Caixa.

Casa Branca: suspeito morre após troca de tiros com policiais


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Um homem armado que atirou em um posto de controle da Casa Branca foi baleado por policiais e morreu após ser levado ao hospital na noite de sábado (23), informou o Serviço Secreto dos Estados Unidos.

O homem se aproximou do posto de controle na Rua 17 com a Avenida Pensilvânia NW, próximo ao complexo da Casa Branca, tirou uma arma da bolsa e começou a atirar nos policiais, de acordo com comunicado do Serviço Secreto enviada à Reuters. Os policiais atiraram no suspeito, disse a agência.

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Um pedestre foi atingido por tiros, segundo o comunicado, mas não ficou claro o grau de gravidade dos ferimentos. Outra declaração do Serviço Secreto, citada por diversos veículos de mídia, não deixa claro se a pessoa foi atingida quando o atirador começou a atirar ou durante a troca de tiros subsequente.

O suspeito do tiroteio foi identificado como uma pessoa com distúrbios emocionais, disse uma autoridade da polícia à Reuters, ao acrescentar que uma “ordem de afastamento” havia sido emitida para ele anteriormente.

Nenhum policial ficou ferido e o presidente Donald Trump estava na Casa Branca durante o incidente, disse o Serviço Secreto.

Colaborou Ryan Patrick Jones, de Toronto.

*É proibida a reprodução deste conteúdo e da foto.

Confira dezenas sorteadas na Mega-Sena 30 anos neste domingo

Os seis números sorteados do concurso da Mega-Sena edição especial de 30 anos, na manhã deste domingo (24), foram: 03 – 30 – 33 – 35 – 45 – 47.

O Concurso nº 3.010 ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo. Veja vídeo aqui.

O prêmio da edição comemorativa de três décadas da loteria ultrapassou os R$ 336 milhões e não acumulou.

O sorteio especial contou com a participação do atleta velocista brasileiro Erik Cardoso, patrocinado pelo banco público, que falou sobre o papel social das Loterias Caixa no incentivo ao esporte brasileiro.

As apostas individuais na Mega-Sena 30 anos puderam ser feitas até às 22 horas deste sábado (23), e a compra de cotas de bolões até 10 horas deste domingo (24), data do sorteio.

O próximo concurso da Mega-Sena está programado para as 21 horas de terça-feira (26).

As apostas podem ser feitas em qualquer lotérica do país e on-line até uma hora antes pelo aplicativo Loterias Caixa ou pelo portal Loterias Caixa.

Sortudos

As apostas ganhadoras ocorreram em casas lotéricas no Rio de Janeiro e em Fortaleza. A aposta ganhadora na capital cearense é de bolão com 100 cotas.

Cada uma das apostas que acertaram as seis dezenas milionárias terá o prêmio de R$ 16.170.026,83. 

Confira aqui os locais da sorte divulgados pela Loterias Caixa.

Matéria ampliada às 13h23.

Brasil no Mundo debate América Latina e detenções em Israel


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Neste episódio inédito do Brasil no Mundo, que vai ao ar neste domingo, às 19h30, na TV Brasil, Cristina Serra, Jamil Chade e Yan Boechat recebem o professor de relações internacionais da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Luiz Felipe Osório, para comentar a situação da América Latina, com destaque para o indiciamento de Raul Castro pelos Estados Unidos e as eleições na Colômbia e no Peru. 

Além disso, o programa discute a forma como os ativistas da Global Sumud Flotilla foram detidos pelas forças israelenses e como essa estética do fascismo tem se reproduzido no mundo moderno.

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O convidado do programa semanal da TV Brasil é graduado em direito pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), mestre e doutor em Economia Política Internacional pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Luiz Felipe Osório também tem experiência na área de Relações Internacionais e pesquisa temas como teoria das organizações internacionais e direitos humanos.

Sobre a produção

O Brasil no Mundo se dedica a discutir, com profundidade e clareza, os grandes acontecimentos internacionais que moldam a política, a economia e a vida cotidiana.

Conduzido por Cristina Serra, Jamil Chade e Yan Boechat, o programa combina análises de contexto, explicações acessíveis e entrevistas com especialistas que ajudam a iluminar os reflexos do cenário global no Brasil.

Cristina Serra atua como jornalista há cerca de 40 anos, tendo trabalhado na TV Globo por 26 anos, como correspondente em Nova York, entre outras funções.

O jornalista Jamil Chade trabalha há duas décadas como correspondente de diversos veículos no escritório da Organização das Nações Unidas em Genebra, período em que contribuiu com BBC, CNN, Guardian e veículos brasileiros.

Yan Boechat cobre conflitos internacionais há 20 anos para diversos veículos, como Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo. Já fez reportagens in loco na África, Oriente Médio, Rússia e América Latina.

O programa já recebeu personalidades como a ministra Marina Silva; o embaixador André Corrêa do Lago, presidente da COP30; o geógrafo Elias Jabbour; e a economista Juliana Furno.

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