Previdência: economia projetada com reforma é de 1/3 do déficit do INSS, mostram dados do governo

Dados do Ministério da Economia indicam que a economia de R$ 1 trilhão em 10 anos (2020-2029) almejada pela equipe econômica com a reforma da Previdência Social representa menos de um terço do déficit do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) estimado para o período.

O valor da economia projetado com a reforma ainda não é definitivo – nesta quinta-feira (14), o presidente Jair Bolsonaro decidiu a respeito do modelo de reforma que enviará para o Congresso, mas a equipe econômica não informou quanto esse modelo permitirá economizar. O inteiro teor da proposta será divulgado somente na próxima quarta (20), quando o presidente assinará o texto da reforma da Previdência e o encaminhará ao Congresso, disse o secretário de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho.

De acordo com informações da Secretaria Especial de Previdência do Ministério da Economia, o déficit (despesas maiores que as receitas) do INSS (sistema público que atende aos trabalhadores do setor privado) deve somar R$ 3,1 trilhões nos próximos dez anos. Essa é a soma dos déficits projetados ano a ano em valores estão constantes (ou seja, não corrigidos pela inflação).

O objetivo do governo ao propor a reforma não é zerar o déficit previdenciário, mas tentar diminuir o rombo previsto para os próximos anos. Em 2018, o déficit nas contas do governo somou R$ 120 bilhões, impulsionado principalmente pela previdências.

A intenção da equipe econômica é reduzir os déficits públicos nos próximos anos, e, com isso, tentar conter a alta do endividamento – que totalizou 76,7% do Produto Interno Bruto (PIB) no fim do ano passado.

O Tesouro Nacional observou recentemente que, de acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), a dívida bruta de países emergentes, ou seja, no “mesmo estágio de desenvolvimento” do Brasil, está em cerca de 50% do PIB.

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Servidores

Além do déficit do INSS, números oficiais indicam que o rombo dos regimes próprios dos servidores públicos (Executivo, Legislativo, Judiciário e Ministério Público) pode somar mais R$ 1 trilhão nesse mesmo período.

Esse valor conta no Relatório Resumido de Execução Orçamentária (RREO) da Secretaria do Tesouro Nacional, divulgado na semana passada no “Diário Oficial da União”.

De acordo com o secretário de Previdência Social do Ministério da Economia, Leonardo Rolim, porém, esse valor do rombo dos regimes próprios está corrigido pela inflação. Dados sem a correção inflacionária, considerados adequados, não foram fornecidos pela Secretaria de Previdência do Ministério da Economia.

Nessa conta, ainda não estão incluídas informações sobre o déficit do regime previdenciário dos militares. O G1 entrou em contato com o Ministério da Defesa, indicado pelo governo para fornecer estimativas sobre os militares, mas, até a publicação dessa reportagem, os números ainda não tinham sido encaminhados.

Desequilíbrio na Previdência

De acordo com dados oficiais, a média de idade da aposentadoria está entre menores do mundo no Brasil.
Informações do Banco Mundial (Bird) e da OCDE mostram que o Brasil é o país com população jovem que mais gasta com Previdência.
O Tesouro Nacional avaliou recentemente que a Previdência Social é o principal motivo das contas públicas estarem registrando, desde 2014, rombos bilionários, o que tem pressionado para cima a dívida pública – que atingiu 76,7% do PIB em dezembro (patamar elevado para emergentes).
Somente no ano passado, o déficit previdenciário (INSS, RPPS e militares) somou R$ 290 bilhões, sendo o principal responsável pelo rombo de R$ 120 bilhões nas contas do governo em 2018.
Estimativas da proposta de orçamento de 2019, do governo federal, indicam que os gastos do governo federal com a Previdência Social devem ficar mais de três vezes acima das despesas somadas de saúde, educação e segurança pública.
Dados do IBGE indicam que o Brasil terá 73 milhões de idosos em 2060, ou seja, cerca de 32% da população – contra os atuais 13%.

Sistema ‘insustentável’

O secretário de Previdência do Ministério da Economia, Leonardo Rolim, avaliou que o atual sistema previdenciário, da forma como está, é “insustentável”.

“Hoje, a gente já tem um déficit considerável e vai piorar muito por conta da demografia [envelhecimento populacional]. Daqui a três décadas, nós vamos ter três vezes o número de idosos que temos hoje e menos gente do que temos hoje no mercado de trabalho [financiando a previdência]. No modelo atual, o modelo não se sustenta”, declarou.

De acordo com Rolim, sem a reforma da Previdência Social, será preciso elevar a carga tributária (patamar de impostos pagos em relação à riqueza do país), que em 2017 somou 32,43% do Produto Interno Bruto (PIB), percentual considerado elevado para países emergentes. Ou aumentar ainda mais a dívida pública.

Outra alternativa seria o crescimento da inflação.”Ou resolve tudo isso via inflação, que é o que o Brasil fazia no passado, que é o que a Argentina voltou a fazer. São os caminhos que a gente têm”, afirmou o secretário de Previdência ao G1.

Ele avaliou também que, sem a reforma da Previdência Social, será impossível cumprir o teto de gastos públicos – aprovado em 2016 – que estabeleceu um limite de despesas do Executivo, Legislativo e Judiciário com base na inflação do ano anterior.

Isso porque as despesas obrigatórias (que o governo não tem opção de não pagar) já somam 93% em 2019, e avançariam para mais de 100% nos anos seguintes.

“Se não fizer a reforma previdenciária, vai ter de mudar a Constituição e acabar com o teto de gastos. A gente já tem números que mostram que a despesa obrigatória supera o teto [nos próximos anos], mesmo se zerar a despesa discricionária [aquela que o governo pode alterar]. O Congresso teria de aprovar uma emenda constitucional acabando com o teto de gastos”, disse.

Regime de capitalização

O secretário Leonardo Rolim acrescentou que o governo também quer propor, não necessariamente neste momento, mas em uma segunda rodada de discussões sobre a previdência, um regime de capitalização para os jovens.

Por esse regime, os benefícios são pagos de acordo com as contribuições feitas no passado pelos próprios trabalhadores.

“Essa vai ser a nova previdência, para gerações futuras. Um sistema equilibrado, que o jovem vê essa nova previdência e diz que vai entrar. Tem de definir ainda as regras, mas é voltado para as novas gerações. Os detalhes – se é para quem nasceu a partir de tal ano – ainda tem de definir. Provavelmente vai ficar para uma segunda rodada de negociação”, informou.

Campanha Salarial 2019


A Campanha Salarial é um momento emblemático de luta da categoria, pois vamos juntos com unidade exigir nossas reivindicações. Merecemos respeito e valorização.
Por isso, não adianta o patrão vir com choradeira na hora da onça beber água. Queremos o que é nosso por direito, e pronto!!!

Sindeconbesp e força sindical se juntam em prol da categoria


A diretoria do SINDECONBESP esteve na sede da Força Sindical, em São Paulo, para assinatura da ficha de filiação à central.
Desta forma, a entidade ganha maior poder de representação nas lutas e mobilizações nas bases e demais esferas de atuação política e sindical.
“É uma honra fazer parte das fileiras de luta. Juntos vamos batalhar com garra e coragem pelo fortalecimento da categoria”, destacou o presidente Jefferson Marcel.
Por sua vez, o assessor da Força, Peninha, afirmou que o SINDECONBESP surge com uma nova força dentro do movimento sindical “sendo o verdadeiro defensor da categoria contra os desmandos dos patrões”.
Em maio do ano passado, os companheiros do Sindicato participaram da marcha dos 150 mil em Brasília contra o governo federal. Na oportunidade, o presidente esteve junto e misturado com a Força Sindical.

Sindicato é o legítimo representante da categoria


Após anos de trabalho representando a classe trabalhadora, companheiros do setor do concreto, especificamente concreteiras e empresas de bombeamento e locação de bombas, indignados com o fato de que todos os anos ao chegar o período de data-base olham os trabalhadores de outros setores adquirirem reajuste salarial e melhorarem nos benefícios, enquanto que os mesmos ficam à mercê da boa vontade do patrão. Isso acontecia porque até o momento não havia um Sindicato que representasse de fato os trabalhadores deste setor.
Nesta condição os companheiros do setor uniram-se em assembleia e fundaram o SINDECONBESP.
Sindicato forte e inovador, que chega para lutar por melhores salários, melhores condições de trabalho e mais benefícios para a categoria.

CURSO NR10

Curso de NR 10 – Segurança em Eletricidade

Duração: 45 Aulas / 80 horas

Certificado de Conclusão

Descrição do curso

A NR 10 é uma norma regulamentadora que estabelece as diretrizes de segurança em instalações e serviços em eletricidade. Seu principal objetivo é garantir a proteção dos trabalhadores que atuam nessa área, prevenindo acidentes e reduzindo os riscos elétricos. Ela abrange desde a organização do trabalho até a capacitação dos profissionais, passando pela implementação de medidas de controle e uso adequado dos equipamentos de proteção individual. A NR 10 é fundamental para promover um ambiente de trabalho seguro e evitar incidentes relacionados à eletricidade. A segurança elétrica é responsabilidade de todos nós.

Habilidades aprendidas

  • Organização

O que você vai aprender

Módulo 1: Introdução à NR10 e Conceitos Básicos

  • Escopo NR10
  • Objetivo e campo de aplicação
  • Classificação dos trabalhadores
  • Quiz

Módulo 2: Normas Técnicas

  • ABNT NBR 5410:2004
  • ABNT NBR 5419:2015
  • ABNT NBR 14039:2005
  • Quiz

Módulo 3: Fundamentos da Eletricidade e Segurança

  • Princípios de eletricidade
  • Efeitos da eletricidade no corpo humano
  • Eletricidade e corpo humano
  • Possíveis efeitos colaterais
  • Campo elétrico
  • Categoria de choques
  • Quiz

Módulo 4: Sistemas Elétricos de Potência (SEP)

  • SEP – Sistemas elétricos de potência
  • Riscos
  • Riscos e eletricidade
  • Análise preliminares de risco (APR)
  • Dispositivo DR
  • Medidas de controle
  • EPC – Equipamento de proteção coletiva
  • EPI – Equipamentos de proteção individual
  • Obrigações e EPI
  • Procedimentos
  • Quiz

Módulo 5: Segurança em Trabalhos com Eletricidade

  • Causas dos acidentes elétricos
  • Incêndio associado à eletricidade
  • Prevenção e extinção do incêndio com eletricidade
  • Acidentes com eletricidade
  • Segurança em projetos
  • Segurança na construção, montagem, operação e manutenção
  • Segurança em instalações elétricas desenergizadas
  • A – Trabalhos envolvendo alta tensão (AT)
  • B – Trabalhos envolvendo alta tensão (AT)
  • A – Habilitação, qualificação, capacitação e autorização dos trabalhadores
  • B – Habilitação, qualificação, capacitação e autorização dos trabalhadores
  • Quiz

Módulo 6: Procedimentos e Responsabilidades

  • Sinalização de segurança
  • Procedimentos de trabalho
  • Responsabilidades
  • Zona de risco e Zona de Controle
  • Prontuário
  • Quiz

Avaliação Final

Mentor: Flávio Augusto Carraro

Flavio Augusto Carraro tem formação em Arquitetura e Urbanismo graduado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) e Engenheiro Civil (Pitágoras), com especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Possui também especialização em Avaliação e Perícia na Construção Civil (Pitágoras), MBA em Gestão Estratégica da Inovação e Propriedade Intelectual (Pitágoras), e mestrado em Engenharia de Edificações e Saneamento (UEL). Grande parte de sua atuação profissional está relacionada a ambientes industriais, obras de médio e grande porte, e com isso, pode trazer sua experiência em Segurança do Trabalho.

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